Por dois carnavais seguidos, Hermínia e José se hospedaram na casa alugada à beira da represa Jurimirim, em Avaré, SP. E se tornaram fãs daquele recanto, a 267 km da capital paulista o rio Paranapanema, que corta a região, é um dos últimos mananciais não poluídos do estado. Em 1996, o imóvel foi posto à venda por um preço atraente. "Embora fosse pequeno, o fato de ter a represa à porta nos dava a sensação de algo mais amplo", lembra Hermínia. Negócio fechado, passaram bons momentos no refúgio de dois quartos, sala, cozinha, terraço e um anexo.
Quatro anos depois, veio a tentação: a moradia ao lado, abandonada, estava sendo hipotecada. "Já paquerávamos o terreno. Além disso, ouvimos boatos de que o local seria alugado a uma igreja e tivemos medo de perder o sossego", conta Hermínia. Ao adquiri-lo, preservaram a habitação existente, fizeram piscina e reformaram uma edícula para acomodar churrasqueira, sala de TV e jogos e garagem de barco. Mas a história não parou aí.
Em 2002, o encontro dos moradores com o casal de arquitetos Heloísa Cunha Araújo e Celso Lima Araújo deu gás aos planos de reforma que já povoavam a imaginação da família. "Queríamos ampliar nossa casa aproveitando o novo lote," explica a proprietária. A proposta de Heloísa e Celso continha duas frentes de ação: demolir a velha construção do segundo terreno e aumentar a principal o que realizou-se em sete meses de obra.
[img1][img2][img3]
[img4][img5][img6]
[img8][img9][img10]
[img11]