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No início, o terreno estreito, localizado em área urbana, parecia não comportar uma casa gostosa e imponente. Mas o bom planejamento do projeto assegurou o sucesso da obra. Telhas de vidro na cobertura iluminam o sobrado de 196 m², que tem uma lateral encostada no terreno vizinho. As janelas e a porta-balcão também trazem claridade. Projeto de
Paula Bittar.
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Para ocupar com sabedoria o terreno estreito e comprido, a moradia de 150 m² espalha-se na vertical: além dos dois níveis, térreo e primeiro piso, a cobertura também é aproveitada como um terraço. De linhas retas, o sobrado fica com um jeito de fábrica. O portão de compensado naval resiste bem à água. Projeto de Paulo Filisetti, Nicolo Bierto e Yoo Na Kim.
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Com 104 m², o sobrado dos anos 1960 parece mais atual com a varanda no segundo andar e a pintura em cores vivas – amarelo nas paredes, verde e branco nas esquadrias. Os canteiros com bambu-mossô e moréias enfeitam a fachada sem bloquear a entrada de luz. Projeto de reforma de Omar e Luciana Fernandes.
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Localizado em uma antiga vila de casas geminadas, este sobrado não podia ter a fachada descaracterizada – regras do condomínio. Ganhou ares novos com a textura amarela nas paredes e os canteiros criados na calçada, repletos de plantas como o pingo-de-ouro, a cinerária e a maria-sem-vergonha. Projeto de reforma de
Nelson Dupré e Luizette Nero Davini.
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Esquadrias bem boladas deixam o sol entrar nesta moradia de 129 m² – trazer mais claridade é um desafio comum em sobrados cujas laterais são coladas nas dos vizinhos. A sacada conta com uma curiosa porta-balcão: partida em dois, evita que crianças e bichos de estimação avancem o sinal indesejadamente. O acabamento das paredes foi feito em tinta e um tipo de gel que proporciona o efeito manchado. Projeto de Ricardo Gomes.
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Aberta e clara, esta casa apresenta uma fachada geométrica. O portão traz privacidade: as barras de ferro são vedadas por chapa metálica a meia altura. Não há beiral, e o telhado está oculto pela platibanda. Parte das paredes e do muro recebeu cobertura de pedra mineira filetada. No restante, tinta branca. Projeto de reforma de Tatiana Gubeissi.
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A proprietária do sobrado de 111 m² pediu branco total: paredes, esquadrias e o portão de ferro automático exibem o tom desejado. Numa linguagem contemporânea, o jardim traz piso de ardósia e grama, integrando-se à área social. A generosa porta de correr, com 2 m de comprimento, favorece a entrada de luminosidade. Projeto de Fernando Poralla, com assessoria de Marco Taralli.
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A fachada desta moradia de 156 m² ostenta um tom vibrante e caixilhos de madeira. A janela da sala, de tatajuba tingida, foi montada na obra com vigas de 20 x 20 cm. Cheias de charme, a porta de entrada e a janela do segundo andar vieram de demolição. Projeto de Ana Maria Venosa.
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Localizado num terreno íngreme, este projeto de 412 m² se guiou pelo racionalismo da arquitetura moderna, mas sem se prender ao rótulo: em vez de branco, a fachada é marcada por boas doses de azul, com pitadas de amarelo e vermelho. A construção fica suspensa por pilotis metálicos e possui a cobertura ajardinada, que funciona como um amplo terraço. Projeto de
Guilherme Paoliello e André Vainer.
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Respeitando a história do lugar, uma reforma radical atualizou o antigo sobrado de 385 m² na capital paulista. O predomínio do branco reforça a sensação de luminosidade e amplitude: a cor, presente nos tijolos cobertos com tinta, aparece também nos acabamentos, como o piso de mosaico português. A casa é protegida por um moderno portão automático. Projeto de René Fernandes Filho e Adriana Rossi.
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Nesta casa, o carro toma chuva – era mais importante clarear a sala. Uma pequena laje, que conta com viga de reforço, serve como terraço do quarto. A grade de ferro exibe tinta esmalte que contrasta com a textura envelhecida aplicada nas paredes. Tantos detalhes fazem a fachada parecer maior que os seus 3,50 m de largura. Projeto de reforma de Lúcia Marina Massari, com o empreiteiro Florêncio de Araújo.
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A construção de 400 m² é composta de dois blocos unidos por uma parede de tijolinhos aparentes. Como o telhado fica escondido, a cobertura parece reta, combinando com o traçado limpo das janelas. O verde contrastante e o portão de cabos de aço arrematam o conjunto. Projeto de reforma de
Hélio Biancalana Jr.
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Toda coberta de branco, a fachada deste sobrado fica homogênea e realça sutilmente a textura dos tijolos, feita como um tipo de pátina por meio da aplicação de cal, lixa e escova de aço, com uma camada de silicone para proteger contra a umidade. Janelas, molduras e grades tornam-se parte de um mesmo conjunto uniforme. Observe como, diante do fundo claro, as plantas do jardim e da floreira adquirem mais visibilidade. Projeto de Patrícia G.
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Na cidade, mas com um ar natural. O elemento mais forte aqui são os tijolinhos mesclados – uns mais avermelhados e outros com um tom mais claro. Somados à textura amarela das paredes e às janelas de freijó, os tijolos imprimem uma coloração quente à moradia. A bay-window diante da floreira enche a casa de luz. Projeto de Tina Escaleira.
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Neste loft de 74 m², a arquitetura expõe discretamente os costumes cotidianos da moradora, que vive cercada pelo vidro. Na fachada, os caixilhos com estrutura de aço têm vidro temperado de 8 mm. Voltado para a face poente, o brise de madeira feito com ripas de paúba serve para proteger do sol e camuflar o que acontece no interior da casa. Projeto de Roberto Fialho.
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A harmonia entre materiais e linhas retas reflete o espírito com o qual esta moradia de 610 m² foi concebida. A estrutura mista fica aparente: é composta de perfis metálicos e colunas e paredes de concreto armado. Coerente com o projeto limpo e funcional, a caixilharia branca preenche os generosos vãos da casa. Projeto de Sérgio Fischer, com colaboração de César Peraro.
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Com apenas 5 m de lado, o sobrado de 65 m², no coração do agito paulistano, tem jeito de loft. Placas de concreto e filetes de pedra mineira revestem a fachada. O piso da calçada, em mosaico português, se estende até o hall da construção. Para esconder a cobertura, as laterais da laje foram fechadas com placas de concreto. Na varanda, o guarda-corpo e o beiral são metálicos. Projeto de André Moral.
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Para esta casa de 380 m², os moradores escolheram um estilo moderno e materiais comuns nos anos 1950. Sobre a alvenaria, imperam os revestimentos brancos, massa texturizada nas paredes e seixos brancos salpicados no muro de entrada. A construção geométrica e funcional privilegia a luz e a ventilação. Projeto de Yara Ribeiro Souza Carvalho e Joaquim Ferreira de Souza Jr.
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Com 200 m², este sobrado de 1948 incorporou um pouco da vida no campo ao passar por uma reforma. Foi assim que a porta de madeira pinho-de-riga, arrematada em uma demolição, coroou a entrada. As janelas, também compradas usadas, são do tipo baia, isto é, suas folhas são divididas ao meio, para melhor ventilação. O muro de tijolinhos e a textura amarela na parede completam a transformação. Projeto de reforma de Luiz Pereira Barretto.
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Esta moradia de 293 m² acomoda quartos, salas e cozinha em três meios-níveis. Por um lado, é bastante discreta, pois da rua mal se vê esses ambientes, à exceção do terraço na cobertura. Por outro, a construção de jeitão pós-moderno exibe traços de personalidade: é o caso da caixa arredondada da frente, em vermelho vivo. Projeto de George Ribeiro Neto, com colaboração de Marcio do Amaral.
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Esta casa de 306 m² no Rio de Janeiro materializa o sonho de seus moradores de viver num espaço amplo e luminoso. A pérgola sobre o terraço funciona como brise, protegendo a residência do forte sol. Os caixilhos de alumínio pintados de branco, como os de toda a casa, se confundem com as vigas de aço da estrutura. Projeto de Márcia Döring de Moraes e Paulo Fernando Lontra.
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Ao substituir o sótão e o telhado por uma mansarda, o proprietário desta casa art decó, erguida em 1927, em Curitiba, ganhou espaço e uma nova morada. A recuperação dos detalhes das grades dos portões e das janelas preservou o aspecto original da construção. A cobertura recebeu telhas asfálticas. Projeto de reforma de Carlos Emiliano.
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Esta reforma foi rápida e econômica. O muro recebeu massa grossa no acabamento e coloração alaranjada. Para isolar a garagem, esse fechamento acompanha um novo portão de ferro e jatobá. A estrutura dispõe de uma barra metálica no alto, que trava a armação e impede que empene. Por fim, um banho de tinta na fachada: amarelo nas paredes, azul nos detalhes e branco nas esquadrias. Projeto de reforma de Filomena Colevate.
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Ao remover o reboco durante a reforma desta casa, uma bela surpresa: os tijolos eram maciços e bonitos. Uma vez raspada sua cobertura e refeito o rejunte, eles puderam ficar à vista. As molduras de cimento em volta das janelas são pingadeiras, que, além de enfeitar, evitam que a água da chuva empoce e estrague as esquadrias, compradas de demolição. Projeto de reforma de Sandra Sayeg Tranchesi.
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A casa de 365 m² construída em 1954 já não acompanhava mais o estilo de vida das cidades grandes. Para se adaptar aos novos tempos, passou por uma reforma, que tornou a fachada principal mais discreta, enquanto, nos fundos, ganhou destaque: a sala de estar se abre à piscina e ao deque de madeira. Projeto de reforma de Marcelo Suzuki e Maristela Faccioli.
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Concebida na década de 1920 de acordo com os princípios da arquitetura eclética, este sobrado de 152 m² ganhou brilho com a pintura em amarelo. Cobertas de branco, as molduras das janelas e das portas ressaltam os ornamentos da época. Antigas, as portas e janelas de pinho-de-riga foram recuperadas. Uma pequena marquise de vidro e metal protege a porta de entrada da chuva e do sol. Projeto de reforma de
José Luiz Favaro.