Revista Casa Claudia Edição de novembro de 2009
MÓVEIS E ACESSÓRIOS

3 ideias para expor quadros na parede

Profissionais dão dicas práticas para compor arranjos de telas, fotos, desenhos e esculturas nas paredes

Reportagem Visual Aldi Flosi
Texto Regina Galvão
Fotos Luis Gomes
Ilustrações Carlos Campoy

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Gravuras, telas, fotografias, desenhos e esculturas: veja como gente apaixonada por arte exibe suas coleções em conjuntos harmônicos e arejados, que respeitam as proporções do mobiliário e se integram à decoração. Aproveite e consulte as dicas de fotógrafos de como emoldurar e expor fotos. E, se você tem um arranjo de quadros em casa, fotografe e mande para o nosso fórum! 

Sofá guia o arranjo
A dona deste apartamento idealizava ter um único quadro centralizado sobre o sofá, mas aceitou o conselho do arquiteto Saulo Szabó para testar uma composição menos comportada. “Peguei emprestadas várias obras numa galeria de arte e organizei os quadros no chão, estudando as proporções, até chegar ao arranjo aprovado por ela”, conta Saulo. Na hora de pregar as gravuras, a largura do sofá foi considerada e respeitou-se a distância mínima de 30 cm até o espaldar. “A fotografia veio depois, preenchendo o vazio abaixo da cúpula da luminária”, afirma.
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Formatos em equilíbrio
Durante anos, várias obras da foto acima ficaram guardadas debaixo da cama do casal, envolvidas em plástico bolha. Quando se mudaram para esta casa, mais ampla e confortável, os dois realizaram o desejo de montar um canto na sala para expor a coleção de arte contemporânea. Amiga do casal, a decoradora Maria Fernanda Paes de Barros se encarregou de planejar o arranjo, usando as peças maiores como o ponto de partida. “Evitei colocar a redonda no centro, pois chamaria demais a atenção”, avalia. Sob as peças fixadas na parede, um banco oferece apoio às esculturas.
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Composição intuitiva – parte 1 
“Não segui um roteiro. Fui montando este conjunto conforme minha intuição”, conta o arquiteto Mario Celso Bernardes, que gastou três horas de um sábado para finalizar o arranjo de 24 obras na sala de seu apartamento. A primeira gravura a ir para a parede foi a de Hércules Barsotti, alinhada à esquerda com o braço do sofá.
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Composição intuitiva – parte 2 
“Variei os tamanhos e os formatos dos quadros, criando dinamismo. Cheguei até a errar algumas alturas, mas não tive dúvida de furar de novo a alvenaria”, diz o arquiteto Mario Celso Bernardes.
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